Antes da extração
Apreensão, lacre, isolamento de rede, transporte e recebimento do aparelho.
Auditamos a cadeia de custódia do celular antes, durante e depois da extração, analisamos os arquivos UFD e UFDR e examinamos quebras de sigilo telemático de WhatsApp, Instagram e e-mail, desde o recebimento dos dados, conforme a lei e as normas técnicas.
Quem examina não pode ter participado da produção da prova. Essa separação é o que dá valor à contraperícia, para a defesa, para a acusação e para o juízo.
Refazemos o caminho que a prova percorreu, inclusive depois da extração, e comparamos cada etapa com o que a lei e as normas exigem. O resultado é o laudo de contraperícia.
Apreensão, lacre, isolamento de rede, transporte e recebimento do aparelho.
Tipo de extração, ferramenta e versão, data e hora e os hashes dos arquivos gerados.
Armazenamento, cópias, acessos e entrega dos dados extraídos, com o hash conferido a cada passo.
Como o UFDR foi gerado: filtros, seleção de dados e contexto das conversas.
Uma falha em qualquer ponto compromete o restante. Por isso examinamos o caminho inteiro, do aparelho apreendido ao relatório que chega às partes.
WhatsApp, Instagram e e-mail: o que foi entregue corresponde à ordem, a custódia foi mantida desde o recebimento e as conclusões se sustentam.
Ver detalhesAnálise crítica de laudos oficiais, quesitos, assistência técnica e laudo de contraperícia.
Ver detalhesPrints apresentados sem o aparelho, e-mails, áudios e vídeos juntados aos autos.
Ver detalhesEntre a extração e o processo, os dados são copiados, armazenados e transferidos. Recalculamos o hash do material que chegou aos autos e comparamos com o registrado no UFD. Se um único caractere mudou, o código muda por completo.
Conferimos contas, período e tipo de dado em relação à ordem judicial, a custódia dos arquivos desde o recebimento da plataforma e se as conclusões dos autos decorrem desse material.
Com a criptografia de ponta a ponta, a entrega é principalmente de metadados: registros de conexão, contatos e grupos. Mostramos o que eles permitem e o que não permitem afirmar.
Dados de conta, registros de acesso e conteúdo armazenado, conforme o que foi entregue. Analisamos o vínculo entre conta, aparelho e pessoa.
Mensagens, cabeçalhos técnicos e registros de acesso à conta. Verificamos origem, integridade e coerência das datas.
Conformidades e falhas são apontadas da mesma forma. O resultado não muda conforme quem contratou.
Cadeia de custódia, da coleta ao descarte do vestígio.
Quesitos e assistente técnico das partes.
Marco Civil da Internet e requisição judicial de registros.
LGPD: sigilo e proporcionalidade no tratamento dos dados examinados.
Identificação, coleta, aquisição e preservação de evidência digital.
Adequação de métodos e interpretação de evidência digital.
Forense em dispositivos móveis.
UFD, UFDR e quebras telemáticas recebidos no processo, quesitos, assistência técnica e contraperícia.
Provas digitais produzidas por terceiros em processos nos quais a empresa é parte.
Quem teve o celular examinado ou as contas quebradas e quer entender essa prova.
Descreva o caso e o material disponível. Dizemos o que é possível verificar com o material disponível.